Eis o resultado quase final do último desafio que propusemos a nós próprios… Adaptar uma história original do José Carlos Fernandes (“O Direito à Infelicidade”) para animação, usando sombras chinesas e alguns (pouquinhos) retoques digitais. Foi bem mais difícil do que inicialmente imaginámos, mas a experiência foi muito enriquecedora. Só nos resta esperar que o resultado não faça ninguém sangrar espontaneamente dos olhos. Obrigado!

A bem dizer, a Nefasto odeia o natal, por motivos com os quais não tencionamos perder o vosso tempo. No entanto, e se tiver mesmo de ser, desejamos a todos um bom e não necessariamente feliz dia 25 de Dezembro, natalício ou não. Esse desejo estende-se aos restantes 364 dias até ao próximo (e asfixiante) natal. Obrigado pela companhia…

Natal

Falando para uma comunidade próxima, e atenta, gostava de salientar algo que, por defeito, nos atinge a todos nós, interessados e realmente apaixonados pelo que fazemos.

Estamos no fim da jornada académica, que o ensino sup(inf)erior do sector público tem para nos oferecer. Daria pano para mangas falar e queixar-me de professores, instituições, métodos, matérias, disciplinas, ou falta delas.

Quero antes, e com isto, tirar o tapete debaixo dos pés de muita gente, falar dos futuros “profissionais†de design que vi de perto e acompanhei por vezes. Talvez pareça voltar a espada para o lado contrário, mas os importantes, sentirão a mesma indignação que eu.

Será fácil falar de algo que nos irrita e constrange mas que, principalmente, fica bem dizer, porque estamos na situação morna do queixume fácil. Mas será que o designer se constrói como tábua rasa onde tudo assenta? Espera-se de um curso a solução milagrosa para o sucesso?

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