Normalmente, quando escrevo alguma coisa, seja aqui seja no meu diário gráfico, há sempre uma de duas motivações que me leva a isso: ou estou indignado com alguma coisa que acho meritória de ser denunciada ou estou satisfeito com um determinado facto ou acontecimento. Desta vez não sei bem. Talvez seja um misto dos dois, como também algumas vezes o é…
Enquanto punha a minha leitura em dia com o suplemento Ãpsilon, do Público (o único jornal que compro todas as semanas), correspondente ao dia 20 de Novembro, deparo-me com um artigo sobre um dos mais brilhantes realizadores da história do cinema, Francis Ford Coppola, a propósito do seu mais recente filme “Tetro“.
Depois de uma carreira na qual constam “monstros” como a trilogia “The Godfather“, “Apocalypse Now” ou “Dracula“, este mais que conceituado realizador não teria certamente problema algum em conseguir que qualquer estúdio produzisse um filme seu. Ou assim pensamos nós…


