Tal como prometido, cá estou eu hoje para revelar os meus favoritos da música de 2009.
Como já tinha dito no post anterior, estas escolhas são baseadas apenas em gosto pessoal, portanto é muito natural haverem discordâncias por parte de muita gente. Nomes como Animal Collective, The xx ou Harlem Shakes não constam na lista justamente porque não se encaixam no meu gosto pessoal e não os queira incluir apenas porque uma mão cheia de sites, jornais e revistas os consideram geniais. Outros casos particulares que não constam aqui são os Placebo e os Muse, por razões diferentes dos anteriores: são bandas que eu adoro mas que, nos álbuns que lançaram este ano, fizeram aquilo a que eu considero esterqueira.
Adiante, o melhor é mesmo mostrar a lista e deixar o resto para quem quiser apreciá-la.
(por não querer usar nenhum tipo de ordem ou de contagem, coloquei os nomes por ordem alfabética)

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Como certamente já toda a gente se deve ter apercebido (se não se aperceberam é porque ou não vêem televisão, não vão à internet nem lêem qualquer tipo de imprensa ou então são eremitas e vivem numa caverna), aproxima-se o fim do ano de 2009 e consequentemente o fim da década de 2000 (ou ‘00, como preferirem). Com eles surgem também as mais variadas listas e tops das mais variadas coisas de modo a organizar e catalogar o que de melhor se registou na década que está a passar.

Confesso que, como sou curioso por natureza, dou sempre uma vista de olhos nestas listas e tops apesar de não concordar muito com a rotulagem e arrumação em gavetas que este tipo de exercício parece demonstrar. Passo a explicar: gosto de ver estas listas porque há sempre qualquer coisa que me passa ao lado por muito bom e falado que seja, mas por outro lado não gosto porque há sempre aquela mania de ordenar numericamente os elementos da lista, o que leva sempre a comentários (incluindo da minha parte) do género “Como é possível X estar à frente de Y quando é muito pior?!” ou “Como é possível Z estar sequer nesta lista e outros melhores não estarem?!”, e por aí adiante…

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A pergunta é: “O que estás a pensar?”

Cada vez que abro o facebook, uma rede social onde ‘existo’, deparo-me com uma lista de eventos, convites, aplicações, notificações, etc. E cansei-me disso!

Por esta altura, faz-se o clique na primeira notificação, e, se para minha solitária felicidade me propusesse a passar duas horas só aqui, era perfeitamente plausível que conseguisse, mas sem me esticar muito (como quem diz, ‘bora despachar isto que tenho de ir ver o twitter ou assim’); Primeiro, aceitar convites de amizade, rejeitar convites de amizade, abrir o perfil da tal de Maria para tentar perceber quem é, sendo que pela lateral do nariz e meio olho direito existentes na foto de perfil, errr, não atinjo – adiante – bloquear pela enésima vez o tal de farmville – meus caros, tenho um terreno na aldeia de onde venho, que gentilmente vos cedo para sujarem as mãos (também há sacholas [desculpem o vocabulário específico]) – todas as outras do tipo café world e afins vou-me abster de comentários sendo o a afirmação de abstenção de comentários a própria excepção à abstenção! (mais…)