Como certamente já toda a gente se deve ter apercebido (se não se aperceberam é porque ou não vêem televisão, não vão à internet nem lêem qualquer tipo de imprensa ou então são eremitas e vivem numa caverna), aproxima-se o fim do ano de 2009 e consequentemente o fim da década de 2000 (ou ’00, como preferirem). Com eles surgem também as mais variadas listas e tops das mais variadas coisas de modo a organizar e catalogar o que de melhor se registou na década que está a passar.
Confesso que, como sou curioso por natureza, dou sempre uma vista de olhos nestas listas e tops apesar de não concordar muito com a rotulagem e arrumação em gavetas que este tipo de exercÃcio parece demonstrar. Passo a explicar: gosto de ver estas listas porque há sempre qualquer coisa que me passa ao lado por muito bom e falado que seja, mas por outro lado não gosto porque há sempre aquela mania de ordenar numericamente os elementos da lista, o que leva sempre a comentários (incluindo da minha parte) do género “Como é possÃvel X estar à frente de Y quando é muito pior?!” ou “Como é possÃvel Z estar sequer nesta lista e outros melhores não estarem?!”, e por aà adiante…


