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	<title>nefasto &#124; contra-corrente &#187; Geral</title>
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	<description>Site oficial do colectivo Nefasto</description>
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		<title>O Grande Equívoco</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 04:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Passou quase um mês sobre o lançamento oficial da marca escolhida para Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, mas só recentemente comecei a ver a sua aplicação regular, em anúncios distribuídos por algumas publicações ligadas às artes. Aquando da sua apresentação, a identidade suscitou alguma desconfiança na blogosfera, principalmente o recurso alegadamente despropositado do coração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1068" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2010/08/CFA4771Cd011.jpg" rel="lightbox[1053]"><img class="size-thumbnail wp-image-1068" title="Guimarães 2012" src="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2010/08/CFA4771Cd011-150x150.jpg" alt="Guimarães 2012" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Guimarães 2012</p></div>
<p>Passou quase um mês sobre o lançamento oficial da marca escolhida para Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, mas só recentemente comecei a ver a sua aplicação regular, em anúncios distribuídos por algumas publicações ligadas às artes. Aquando da sua apresentação, a identidade suscitou <a title="Colina Sagrada: A Marca" href="http://colinasagrada.blogspot.com/2010/07/marca.html" target="_blank">alguma desconfiança</a> na blogosfera, principalmente o recurso alegadamente despropositado do coração (um símbolo visual evidentemente sobre-usado) e a fraca ligação entre a marca e o espírito e cultura vimaranenses. Confesso que, inicialmente, essas críticas me pareceram algo exageradas, mas após ler o <a title="Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura - Case Study" href="http://www.xiiistudios.com/Guimaraes2012_casestudy_JCampos_xiiistudios.pdf" target="_blank"><em>case study</em></a> publicado na página Web do <a title="João Campos, XII Studios" href="http://www.xiiistudios.com/" target="_blank">designer responsável pela marca</a>, o respeito moderado que tinha pela execução que conhecia (apresentada acima) desapareceu quase por completo.</p>
<p><span id="more-1053"></span></p>
<div id="attachment_1058" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2010/08/processo.jpg" rel="lightbox[1053]"><img class="size-medium wp-image-1058 " title="Guimarães 2010 - Processo" src="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2010/08/processo-300x90.jpg" alt="Processo Criativo" width="300" height="90" /></a><p class="wp-caption-text">Processo Criativo</p></div>
<p>O que me pareceu bem conseguido na marca foi o modo como aquela deformação aparentemente abstracta de um coração se assemelha gradualmente, e à medida que se procura uma justificação para o L recortado ao centro, à metade inferior de um G maiúsculo, aludindo assim (pensava eu) à cidade de Guimarães. A ser assim, continuaria a ser um conceito pouco inovador mas que, aliado à sua interessante execução, resultava sem arriscar demasiado. O <em>case study</em>, no entanto, não indica claramente se essa alusão é propositada ou não, chegando mesmo a fazer acreditar que a semelhança é pura coincidência &#8211; tal pode ajudar a explicar porque é que a letra escapou à grande maioria da comunidade que se apressou a apontar-lhe o dedo. De acordo com a explicação oficial, o recorte que o coração ostenta é, na realidade, uma representação combinada de uma muralha e da viseira de um elmo, algo que um grande número de pessoas parece, compreensivelmente, ter alguma dificuldade em vislumbrar.</p>
<blockquote><p>O símbolo agrega alegoricamente a muralha em representação do Património da Humanidade presente em Guimarães, o desenho da viseira de um elmo que presta homenagem à visão de D. Afonso Henriques, a proeminente figura da fundação de Portugal e é rematado sob a forma de um coração, em evocação plena do orgulho e sentimento vivo de pertença dos vimaranenses em relação à sua cidade.<br />
<em>Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura &#8211; </em>Case Study</p></blockquote>
<div id="attachment_1063" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2010/08/CFA4771Cd01.jpg" rel="lightbox[1053]"><img class="size-medium wp-image-1063" title="Guimarães 2012 - Variações Marca" src="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2010/08/CFA4771Cd01-300x252.jpg" alt="Variações da Marca" width="300" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">Variações da Marca</p></div>
<p>Quanto à tipografia, não é claro se a escolha da fonte responde a uma necessidade do projecto (facilitar a criação de <em>stencils</em> da marca, por exemplo) ou se é uma mera alusão à cultura urbana. Em todo o caso, o pequeno texto que justifica a marca não faz qualquer referência à tipografia, o que me parece preocupante. Finalmente, a opção de desmultiplicar a identidade em diferentes versões, com diferentes cores, estilos e contornos, apesar de se ter tornado aparentemente a norma nos últimos anos, não é totalmente descabida neste projecto em particular, resulta numa percentagem generosa dos casos e é propícia à personalização posterior das grandes massas. Apenas com o tempo, com a chegada de mais materiais de comunicação e de acções junto do público será possível avaliar adequadamente o sucesso da proposta.</p>
<blockquote><p>[...] é objectivo que com o decorrer do tempo possam ser acrescentadas novas versões gráficas a esta selecção inicial, criando um repertório gráfico sem limite, reflexo da variedade, multiplicidade e diversidade cultural vimaranense, portuguesa e europeia.<br />
<em>Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura &#8211; </em>Case Study</p></blockquote>
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		<title>Aurum</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 10:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Vaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fitas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem pelo fim da tarde, o Dinís, membro da Nefasto, mostra-me uma curta metragem, realizada para a cadeira de Animação, da licenciatura de Com. Design Mult. da ESEC. Devo confessar que levei uma estalada de mão cheia, daquelas que nos deixam uns segundos sem ouvir nada&#8230; Mas nunca uma estalada me soube tão bem! Admito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem pelo fim da tarde, o Dinís, membro da Nefasto, mostra-me uma curta metragem, realizada para a cadeira de Animação, da licenciatura de Com. Design Mult. da ESEC. Devo confessar que levei uma estalada de mão cheia, daquelas que nos deixam uns segundos sem ouvir nada&#8230; Mas nunca uma estalada me soube tão bem! Admito que o conformismo e a apatia me levam a partir de um nível mais baixo, mas a curta metragem que vi: Aurum, conseguiu isso, e acredito que conseguirá bem mais!</p>
<p>É com grande felicidade que vejo que da Esec, uma escola tão propicia à infertilidade, nasce um trabalho notoriamente superior. Rúben Amado, Gui Mota e João Fonseca, estão de parabéns, e devem ter consciência do bom trabalho que aqui mostram, afinal o esforço é recompensado! Uma boa premissa, um excelente conceito visual, e (pelo making of) uma dedicada equipa de trabalho! Continuem em frente!</p>
<p>Aqui mostro a curta:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="272" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12947323&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="272" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12947323&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E aqui fica o Making Of:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="384" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12993515&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="384" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12993515&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00ADEF&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O que é uma Brand (Marca)</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/o-que-e-uma-brand-marca/</link>
		<comments>http://www.nefasto.eu/geral/o-que-e-uma-brand-marca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 13:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Vaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Curiosamente, nas viagens sem destino que faço frequentemente no browser, esbarrei com uma apresentação que explica, de forma concreta, o que se entende por Brand e o que ela é na verdade. Devo confessar que eu próprio fiquei muito mais elucidado com o que  li. Se já era um defensor acérrimo da construção e estruturação de uma marca com pés e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curiosamente, nas viagens sem destino que faço frequentemente no browser, esbarrei com uma apresentação que explica, de forma concreta, o que se entende por Brand e o que ela é na verdade.</p>
<p>Devo confessar que eu próprio fiquei muito mais elucidado com o que  li. Se já era um defensor acérrimo da construção e estruturação de uma marca com pés e cabeça, muito mais fascinado fico com a forma multi-disciplinar que leva ao processo de criação de uma Brand. Teria gosto em fazer parte de um projecto de construção de uma, pois apercebo-me que nunca o fiz, e nunca um designer independente, ou mesmo um atelier, o poderá fazer de forma completa. Um dos pontos que me surpreende é o facto de que cabe tão pouco ao designer na criação da Brand. Nem a  Empresa, Negócio ou Instituição são detentoras da sua Brand, esta é um organismo vivo, que respira, cresce, diminui, adoece e pode mesmo morrer, dependendo das inúmeras partes  que a constituem; a sua identidade, a sua imagem, os orgãos que a compõem, o seu público, os seus rivais, etc.</p>
<p>Não me adianto mais, porque por mais que tente explicar, não o farei melhor que esta apresentação:</p>
<p><strong><a title="The Brand Gap" href="http://www.slideshare.net/coolstuff/the-brand-gap">The Brand Gap</a></strong></p>
<p><object id="__sse28886" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=the-brand-gap-14630&amp;stripped_title=the-brand-gap" /><param name="name" value="__sse28886" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse28886" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=the-brand-gap-14630&amp;stripped_title=the-brand-gap" name="__sse28886" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Nefasto premiada no Cinanima</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/nefasto-premiada-no-cinanima/</link>
		<comments>http://www.nefasto.eu/geral/nefasto-premiada-no-cinanima/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fitas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Nefasto premiada com o prémo "Jovem Cineasta Português" no Cinanima]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_872" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><a href="http://www.cinanima.pt/"><img class="size-full wp-image-872 " title="Cinanima" src="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2009/11/cinanima.PNG" alt="cinanima" width="265" height="178" /></a><p class="wp-caption-text">Cinanima</p></div>
<p>Depois do <a href="http://www.nefasto.eu/geral/nefasto-premiada-em-espinho/">Grande Prémio FEST09</a> atribuído no <a href="http://www.fest.pt">Fest</a>,  &#8220;<a href="http://www.nefasto.eu/portefolio/direito-a-infelicidade/">O Direito à Infelicidade</a>&#8221; presenteou a Nefasto com o &#8216;Prémio Jovem Cineasta Português&#8217;,  no <a href="http://www.cinanima.pt/">Cinanima</a>. Pela grande surpresa e honra que sentimos por esta atribuição, deixamos um enorme agradecimento ao júri do Cinanima e a todos os que nos têm apoiado.</p>
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		<title>Originalidade, viva ou morta?</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/840/</link>
		<comments>http://www.nefasto.eu/geral/840/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 01:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Vaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agostinho da silva]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[criativo]]></category>
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		<category><![CDATA[original]]></category>
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		<description><![CDATA[Embrenhado entre páginas e páginas de conteúdo, fui de encontro mais uma vez ao grandioso Homem, Agostinho da Silva, verdadeiro ser pensante, intemporal nas suas palavras, encontrei nele casa ao raciocínio que tecia no meu relatório de estágio. Sobre algo a que não quero dar peso pela oposição ao meu pensamento, lembrei o caso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_839" class="wp-caption alignright" style="width: 171px"><a href="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2009/09/mestre_agostinho_da_silva-copy1.jpg" rel="lightbox[840]"><img class="size-full wp-image-839   " title="Mestre Agostinho da Silva" src="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2009/09/mestre_agostinho_da_silva-copy1.jpg" alt="Mestre Agostinho da Silva" width="161" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Agostinho da Silva</p></div>
<p>Embrenhado entre páginas e páginas de conteúdo, fui de encontro mais uma vez ao grandioso Homem, Agostinho da Silva, verdadeiro ser pensante, intemporal nas suas palavras, encontrei nele casa ao raciocínio que tecia no meu relatório de estágio. Sobre algo a que não quero dar peso pela oposição ao meu pensamento, lembrei o caso de alguém que afirmou a morte, ou não existência de originalidade nos tempos actuais. Sendo o tema complexo, a resposta contrária, óbvia, não deixa de necessitar reflexão.</p>
<p>A originalidade, define à partida, algo que necessita de termo de comparação,para se destacar pela diferença, ora a diferença aplica-se a qualquer coisa do universo, inclusive ao Homem. E foi aqui que encontrei a mestria das palavras de Agostinho da Silva, que não resisto a partilhar-vos: &#8220;<em>Cada um de nós como homem é inteiramente excepcional, e todas as coisas que existem no mundo deveriam ser excepções aplicadas a estes seres excepcionais. Simplesmente as condições da sociedade em que vivemos, obriga todos nós a lentamente, nos indo parecendo uns com os outros&#8230;</em>” afirmando o claro papel toldante do meio e da sociedade sobre a nossa individualidade.</p>
<p><span id="more-840"></span>Adiante, encontrei uma reflexão, entre tantas que debatem o tema, que enaltece o individuo como único, e com ele, todo o objecto de criação, portanto toda a criatividade/originalidade: “<em>A única salvação do que é diferente é ser diferente até ao fim, com todo o valor, todo o vigor e toda a rija impassibilidade; tomar as atitudes que ninguém toma e usar os meios de que ninguém usa; não ceder a pressões, nem aos afagos, nem às ternuras, nem aos rancores; ser ele; não quebrar as leis eternas, as não-escritas, ante a lei passageira ou os caprichos do momento; no fim de todas as batalhas — batalhas para os outros, não para ele, que as percebe — há-de provocar o respeito e dominar as lembranças; teve a coragem de ser cão entre as ovelhas; nunca baliu; e elas um dia hão-de reconhecer que foi ele o mais forte e as soube em qualquer tempo defender dos ataques dos lobos</em>&#8221; (<em>Ser Diferente, Agostinho da Silva, in &#8216;Diário de Alcestes</em>).</p>
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		<title>Nefasto premiada em Espinho</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/nefasto-premiada-em-espinho/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 01:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fitas]]></category>
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		<category><![CDATA[animação]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro trabalho de animação do Colectivo Nefasto, O Direito à Infelicidade, foi este fim-de-semana galardoado com o Grande Prémio Nacional do FEST, Festival Internacional de Cinema Jovem de Espinho. É ao mesmo tempo uma surpresa e uma honra, e queremos agradecer ao júri do festival pela distinção. Aproveitando a deixa, fica a informação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_726" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://www.fest.pt/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-726" src="http://www.nefasto.eu/wp-content/uploads/2009/06/fest.jpg" alt="FEST, Festival Internacional de Cinema Jovem de Espinho" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">FEST</p></div>
<p>O primeiro trabalho de animação do Colectivo Nefasto, <a title="Portefólio &gt; O Direito à Infelicidade" href="http://www.nefasto.eu/portefolio/direito-a-infelicidade/" target="_self">O Direito à Infelicidade</a>, foi este fim-de-semana galardoado com o Grande Prémio Nacional do <a title="Página do FEST" href="http://www.fest.pt/" target="_blank">FEST, Festival Internacional de Cinema Jovem de Espinho</a>. É ao mesmo tempo uma surpresa e uma honra, e queremos agradecer ao júri do festival pela distinção.</p>
<p>Aproveitando a deixa, fica a informação de que a próxima exibição do filme será no <a title="Página Oficial do Festival Internacional de Cinema de Vila do Conde" href="http://www.curtasmetragens.pt/" target="_blank">Festival Internacional de Cinema de Vila do Conde</a>, onde integra a lista de filmes da secção competitiva <a title="Página Oficial da Secção Competitiva Take One!" href="http://www.curtasmetragens.pt/festival/index.php?menu=272&amp;submenu=374" target="_blank">Take One!</a>, destinada a <em>&#8220;premiar novos realizadores ligados aos estudos cinematográficos e à área do audiovisual nas escolas superiores de cinema do país&#8221;</em>. O colectivo Nefasto estará presente na sessão em que é exibido o filme, quarta-feira, dia 8 de Julho, às 18h00.</p>
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		<title>Obesidade Mental</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 18:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Coelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Li recentemente na revista Blitz do mês de Junho, na coluna Observatório escrita pelo Gimba, uma crónica que me agarrou e me fez notar o quanto pertinente e transversal a inúmeras áreas ela conseguiu ser. Passo então a transcrever na íntegra o dito artigo denominado &#8220;Obesidade Musical&#8221;: Venho falar-vos de «obesidade musical». É uma doença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li recentemente na revista Blitz do mês de Junho, na coluna Observatório escrita pelo Gimba, uma crónica que me agarrou e me fez notar o quanto pertinente e transversal a inúmeras áreas ela conseguiu ser. Passo então a transcrever na íntegra o dito artigo denominado &#8220;Obesidade Musical&#8221;:<span id="more-678"></span></p>
<blockquote><p>Venho falar-vos de «obesidade musical». É uma doença tão ou mais letal que as modernas e me(r)diáticas epidemias. Pior: não se vê ninguém esboçar qualquer tipo de medida para a combater!</p>
<p>Eu sigo atentamente o fenómeno da «obesidade mental», um conceito criado por um professor de Harvard (Andrew Oitke) que vê o drama nestes termos: «A humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gorduras à conta de uma alimentação desregrada. Está na hora de assumir que os nossos abusos no campo da informação estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses».</p>
<p>Diz ele que a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, e mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciam-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos e condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada!</p>
<p>Os mestres da <em>fast food</em> intelectual são so jornalistas e os editores de informação. Os telejornais e telenovelas são os hamburgueres do espírito; as revistas e jornais são os donuts da mente!</p>
<p>Tem toda a razão, o professor. Mas eu acrescentaria algo a este cenário negro: a toda esta informação inútil &#8211; que nos leva a consumir as hiper-calóricas banalidades de um &#8220;24 Horas&#8221; em vez de uns dietéticos livros de Camilo ou Eça &#8211; junta-se um fenómeno de «obesidade musical», que em Portugal atinge proporções alarmantes. Um autêntico surto!</p>
<p>Podendo enriquecer o espírito com um reportório válido, alicerçando e reforçando a sua cultura geral com um conhecimento musical exemplar, a maioria dos portugueses opta por uma dieta de música absolutamente suicida!</p>
<p>No lugar de uma cuidada ementa, que poderia ir de Beethoven aos Beatles, de Tom Jobim a Miles Davis, de Scott Joplin a JP Simões, (são mais que muitos os &#8220;produtos&#8221; e combinações aconselháveis), o «indígena da Rua dos Fanqueiros» prefere alinhar numa carneirada balofa, nutrindo-se de bombas calóricas absolutamente cancerígenas &#8211; como são os casos dos Patinhos, Popotas, Lucys, fenómenos de moda e pimbalhadas a granel &#8211; em quantidades que só o empobrecem e embrutecem!</p>
<p>Lá está: a TV, a rádio e a imprensa são os fornecedores impunes destas perigosas drogas legais que &#8211; à mistura com notícias absolutamente ocas &#8211; envenenam a maioria da nossa população, impedindo-a de atingir qualquer tipo de lucidez que lhe permita encetar a revolução e acabar de vez com os fascistas que dominam os me(r)dia!</p>
<p>Vamos calar e consentir?</p></blockquote>
<p>Tá dito&#8230;</p>
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		<title>Nefasto na EsecTV</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 01:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A EsecTV fez a gentileza de colocar a peça sobre o nosso último trabalho (O Direito à Infelicidade) on-line. Cá vai:</p>
<p><object width="500" height="405" data="http://www.youtube-nocookie.com/v/fG72HjFKP5k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/fG72HjFKP5k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Fotogenia</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 14:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos feito algumas experiências com uma galeria de fotos para o nosso humilde sítio. É, por enquanto, uma espécie de versão <em>beta</em>, mas podem dar uma vista de olhos aqui: <a title="Galeria de Fotos da Nefasto" href="http://www.nefasto.eu/fotos/" target="_self">www.nefasto.eu/fotos</a>. Obrigado.</p>
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		<title>Nefasto na Dois</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 06:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vai para o ar na próxima quarta-feira, à uma da manhã na RTP 2, a entrevista da <a title="Página oficial da ESECTV" href="http://www.esec.pt/esec-tv/" target="_blank">esecTV</a> ao colectivo Nefasto, a propósito <a title="O Direito à Infelicidade" href="http://www.nefasto.eu/fitas/o-direito-a-infelicidade/">disto</a>. Fizemos a barba para aparecer na televisão, é bom que valha a pena.</p>
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