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	<title>Comentários para nefasto | contra-corrente</title>
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	<description>Site oficial do colectivo Nefasto</description>
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		<title>Comentário em Nós por cá por nefasto &#124; contra-corrente &#187; Sopa de palavras azedas</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/cultura/nos-por-ca/comment-page-1/#comment-1327</link>
		<dc:creator>nefasto &#124; contra-corrente &#187; Sopa de palavras azedas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 20:04:55 +0000</pubDate>
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		<description>[...] como no artigo que escrevi aqui no blog da Nefasto há uns meses, este artigo que escrevo agora foi motivado por algo que li no suplemento Ípsilon, do Público. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] como no artigo que escrevi aqui no blog da Nefasto há uns meses, este artigo que escrevo agora foi motivado por algo que li no suplemento Ípsilon, do Público. [...]</p>
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		<title>Comentário em Design Top-down por Pedro Vaz</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/design-top-down/comment-page-1/#comment-1316</link>
		<dc:creator>Pedro Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:10:36 +0000</pubDate>
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		<description>Este é um assunto que me é muito familiar, não por estar ligado a estas condutas mas por ter sido um dos temas dos quais me debrucei no estado da arte do relatório da licenciatura. Na altura quando pesquisava sobre o assunto, que para nós já não era novidade, embrenhei-me pelos meandros que envolvem estas práticas duvidosas. Do que me apercebi foi que em muitos serviços (sites da especialidade) o esquema é muito bem montado, o serviço é organizado, estandardizado e de forma a que todo o serviço se torne um processo automático, ser precisar de gestão. Em muitos casos, é um serviço semelhante ao E-BAY, escolhe-se o Logo, paga-se e já está.
Bem, até aqui não há novidade, mas foi ai que descobri a maravilha que muitas &quot;empresas&quot; fizeram, e mais escandalizado fiquei quando soube que a HP era uma delas! Neste caso, desenvolveu um programa/aplicação &quot;LOGOMAKER&quot; -http://www.logomaker.com/ que acaba com o problema de ter de escolher um dos nomes disponíveis do catálogo, com uns campos a preencher, a escolha de cores desejadas e a selecção de algumas imagens seleccionadas ao gosto do freguês, o programa gera o Logótipo automaticamente, só tendo o utilizador no final de desembolsar da quantia pedida.
Bem, ridícula e supostamente, o serviço acaba com uma das acusações que nós profissionais fazemos destes serviços. Sim, neles existe originalidade, porque o cliente sente que criou algo, segundo o seu gosto e preferência. Claro que não deixa de ser uma desculpa camuflada. É obvio que não existe processo criativo nenhum, muito menos originalidade. Mas o que é que isso interessa afinal!? O importante é que o cliente sente que tem todos estes atributos, e melhor! Não só sente que ele é o detentor dessa criatividade, como também foi o criador do seu Logótipo.
A prova do sucesso é o crescimento destes serviços como cogumelos! No caso do LOGOMAKER, o sistema goza de boa saúde e cresce a olhos vistos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um assunto que me é muito familiar, não por estar ligado a estas condutas mas por ter sido um dos temas dos quais me debrucei no estado da arte do relatório da licenciatura. Na altura quando pesquisava sobre o assunto, que para nós já não era novidade, embrenhei-me pelos meandros que envolvem estas práticas duvidosas. Do que me apercebi foi que em muitos serviços (sites da especialidade) o esquema é muito bem montado, o serviço é organizado, estandardizado e de forma a que todo o serviço se torne um processo automático, ser precisar de gestão. Em muitos casos, é um serviço semelhante ao E-BAY, escolhe-se o Logo, paga-se e já está.<br />
Bem, até aqui não há novidade, mas foi ai que descobri a maravilha que muitas &#8220;empresas&#8221; fizeram, e mais escandalizado fiquei quando soube que a HP era uma delas! Neste caso, desenvolveu um programa/aplicação &#8220;LOGOMAKER&#8221; -http://www.logomaker.com/ que acaba com o problema de ter de escolher um dos nomes disponíveis do catálogo, com uns campos a preencher, a escolha de cores desejadas e a selecção de algumas imagens seleccionadas ao gosto do freguês, o programa gera o Logótipo automaticamente, só tendo o utilizador no final de desembolsar da quantia pedida.<br />
Bem, ridícula e supostamente, o serviço acaba com uma das acusações que nós profissionais fazemos destes serviços. Sim, neles existe originalidade, porque o cliente sente que criou algo, segundo o seu gosto e preferência. Claro que não deixa de ser uma desculpa camuflada. É obvio que não existe processo criativo nenhum, muito menos originalidade. Mas o que é que isso interessa afinal!? O importante é que o cliente sente que tem todos estes atributos, e melhor! Não só sente que ele é o detentor dessa criatividade, como também foi o criador do seu Logótipo.<br />
A prova do sucesso é o crescimento destes serviços como cogumelos! No caso do LOGOMAKER, o sistema goza de boa saúde e cresce a olhos vistos.</p>
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		<title>Comentário em Trabalho Especulativo por nefasto &#124; contra-corrente &#187; Design Top-down</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/trabalho-especulativo/comment-page-1/#comment-1308</link>
		<dc:creator>nefasto &#124; contra-corrente &#187; Design Top-down</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:55:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] já algum tempo atrás falei aqui do fenómeno do trabalho especulativo. Na altura usei como exemplo o crowdSPRING, uma espécie de mercado de marcas, no qual se vendem [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] já algum tempo atrás falei aqui do fenómeno do trabalho especulativo. Na altura usei como exemplo o crowdSPRING, uma espécie de mercado de marcas, no qual se vendem [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Nós por cá por Bruno Laborinho</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/cultura/nos-por-ca/comment-page-1/#comment-1267</link>
		<dc:creator>Bruno Laborinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 18:58:58 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje a Nefasto fez o meu dia.
Não só vos descobri como também descobri a vossa produção &quot;O Direito À Infelicidade&quot; e a este glorioso artigo.

Deixa-me esperançoso que o Cinema Português afinal não esteja tão perdido e ignorado assim.  Partilho  inteiramente da vossa opinião e como vós sofri e sofro com o eterno problema do financiamento para produções que valem muito mais que essas metragens bizarras, feitas para o umbigo do realizador ou produtor, deformes e intragáveis!

Existe uma nova geração no entanto. A nossa. Uma de novos artistas e cineastas que vêm a doença, o virus mucoso da gestão do nosso cinema que já foi dos mais revolucionários do mundo (ainda que por brevíssimos momentos) e fomentou a inspiração a movimentos a Nova Vaga.
É manter esperança que esses indivíduos vão sair a seu belo tempo desses postos e as instituições, organizações e empresas terão de aceitar a nova geração de cineastas que realmente quer fazer algo de bom!...

É manter a esperança!
É manter a luta!
Como diz aquela letra dos Delfins: &quot;A nossa vez há-de chegar. A nossa voz há-de cantar!&quot;


Foi um prazer e a partir de agora passam a estar debaixo do meu olhar atento!
Cumprimentos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a Nefasto fez o meu dia.<br />
Não só vos descobri como também descobri a vossa produção &#8220;O Direito À Infelicidade&#8221; e a este glorioso artigo.</p>
<p>Deixa-me esperançoso que o Cinema Português afinal não esteja tão perdido e ignorado assim.  Partilho  inteiramente da vossa opinião e como vós sofri e sofro com o eterno problema do financiamento para produções que valem muito mais que essas metragens bizarras, feitas para o umbigo do realizador ou produtor, deformes e intragáveis!</p>
<p>Existe uma nova geração no entanto. A nossa. Uma de novos artistas e cineastas que vêm a doença, o virus mucoso da gestão do nosso cinema que já foi dos mais revolucionários do mundo (ainda que por brevíssimos momentos) e fomentou a inspiração a movimentos a Nova Vaga.<br />
É manter esperança que esses indivíduos vão sair a seu belo tempo desses postos e as instituições, organizações e empresas terão de aceitar a nova geração de cineastas que realmente quer fazer algo de bom!&#8230;</p>
<p>É manter a esperança!<br />
É manter a luta!<br />
Como diz aquela letra dos Delfins: &#8220;A nossa vez há-de chegar. A nossa voz há-de cantar!&#8221;</p>
<p>Foi um prazer e a partir de agora passam a estar debaixo do meu olhar atento!<br />
Cumprimentos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Música em 2009 por Miguel Coelho</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/cultura/musica-em-2009/comment-page-1/#comment-1264</link>
		<dc:creator>Miguel Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 17:26:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=922#comment-1264</guid>
		<description>Depois de ler o post do Eduardo, não pude deixar de concordar com uma mão cheia de coisas que aproveito agora para comentar e retificar o meu post. Tenho de confessar que aquilo que o Eduardo fez ao não enumerar mas a separar por grupos de acordo com o peso que alguns álbuns tiveram e com a quantidade de vezes que foram ouvidos foi muito bem pensado. Por mais que tente manter a lista o mais imparcial possível é inevitável haver aqueles mais próximos pelos quais se tem um carinho especial e outros que rodam principalmente em plano de fundo. Assim, aproveito para copiar a iniciativa:

- As estrelas
Se tiver de escolher o grande álbum deste ano, aquele que mais me agarrou, digo sem hesitar Humbug dos Arctic Monkeys. Se calhar é uma escolha pouco imparcial, devido ao meu fanatismo por esta banda, mas acho que não estou a ser muito injusto. Tal como o Eduardo, este álbum assustou-me bastante nas duas primeiras audições (ainda me lembro bem de comentar com ele exactamente isso), mas como Pessoa tem o mau hábito de ter sempre razão, primeiro estranhou-se, depois entranhou-se. E de que maneira, meus amigos... Não tiveram medo de arriscar em ir numa direcção enviesada ao que costumavam ir e sem dúvida que ganharam a aposta. Em Fevereiro lá estarei para comprovar isso ao vivo.
Outro que também rodou bastante nas minhas colunas e pelo qual comecei a, gradualmente, ficar agarrado foi o Veckatimest dos Grizzly Bear, que chegam a este álbum não por pura sorte mas por um trabalho em crescendo que têm vindo a efectuar desde o primeiro álbum (podendo incluir-se entre eles também o de Department Of Eagles).

- A continuidade
Neste grupo de álbuns incluem-se aqueles que mantiveram mais ou menos o mesmo registo e a mesma coerência em relação aos trabalhos anteriores, que não registaram grandes revoluções ou mudanças mas que ainda assim não deixam de ser álbuns dignos de audição. Entre eles estão Andrew Bird, Beach House, Black Lips, Heavy Trash, Kings Of Convenience, Maximo Park, Mazgani, Norberto Lobo, Sean Riley &amp; The Slowriders, The Dodos, The Legendery Tigerman, The Raveonettes, Wolfmother e Yeah Yeah Yeahs. Destaque ainda para The Decemberists que criaram algo delicioso: um álbum impossível de ouvir em shuffle, devido ao facto das músicas terem todas ligação umas com as outras, numa ordem específica, o que dá a sensação de estarmos a ouvir uma única música do início ao fim do álbum, com nuances fantásticas.

- Álbuns com um par de músicas absolutamente brilhantes, três músicas boas e cinco músicas de enchimento
Roubo este grupo ao Eduardo por descrever exactamente aquilo que se sente e a avaliação que se dá ao chegar ao fim da audição do álbum. Encontram-se neste grupo: Phoenix, Sian Alice Group, Soap&amp;Skin, The Horrors, The Veils, Virgem Suta.

- Estreias e surpresas
Este é o grupo que, no fim de contas, me dá mais prazer por ser aquele que engloba um conjunto de nomes que há uns meses atrás não fazia ideia que existiam e que agora não saem da minha playlist de favoritos e/ou que já conhecia mas que de algum modo surpreendeu pela positiva. Bill Calahan esgueirou-se pelos meus ouvidos e alojou-se debaixo da pele para nunca mais sair, Capsula, uns improváveis rockers Argentinos, vieram do outro lado do oceano para mostrar como so rocka a sério, Dan Auerbach tirou férias dos Black Keys para mostrar que sozinho também tem força, Japandroids foram a surpresa mais agradável que ouvi este ano, Kurt Vile veio não sei de onde para me deixar congelado em frente às colunas, Sonic Youth ressuscitaram e mostraram que quem é realmente bom é sempre bom, The Dead Weather, uma endiabrada dream team que fizeram um álbum que me atrevo a chamar de voodoo rock (correndo o risco de soar a ridículo, mas parece-me adequado).

- A armada portuguesa
Aqui junto aqueles que julgo serem os melhores representantes da música portuguesa actualmente. O facto de não incluir nenhum nome de uma certa e determinada linha de montagem a que chamam de Flor Caveira, aliado ao facto de incluir bastantes nomes que não cantam em português, pode causar alguma comichão e indignação a algumas pessoas, mas como já tinha referido anteriormente, é apenas o meu gosto pessoal. As minhas escolhas portuguesas são então: JP Simões apesar de ser há muito tempo uma força mais do que assumida no panorama da música portuguesa conseguiu com este álbum agarrar-me e fixar-me ainda mais; Mazgani que cada vez mais se afirma como uma presença maior da nossa música; Norberto Lobo que só com a sua humilde guitarra dispara maravilhas em forma de composições instrumentais ao mesmo tempo graciosas e poderosas; Sean Reily &amp; The Slowriders continuam a ser um caso único ao conseguir juntar influências como o rock, o country e o folk americanos no ambiente frutífero de Coimbra; The Legendary Tigerman, conterrâneo dos anteriores e locomotiva rock imparável já nosso bem conhecido; Tiguana Bibles, mais uma banda nascida em Coimbra, que se estreia com um deliciosamente inesperado rockabilly electrizante; finalmente os Virgem Suta, que, no meio da quinquilharia sonora que se auto-afirma como a vanguarda da música tradicional portuguesa pop (muito provavelmente não é bem esta a designação correcta, mas pronto...), ainda consegue erguer o pescoço e mostrar algo de interessante.

Peço desculpa por já me ter alongado mais do que contava, mas este é realmente um assunto querido e quando começo a falar disto o comboio segue por aí adiante...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler o post do Eduardo, não pude deixar de concordar com uma mão cheia de coisas que aproveito agora para comentar e retificar o meu post. Tenho de confessar que aquilo que o Eduardo fez ao não enumerar mas a separar por grupos de acordo com o peso que alguns álbuns tiveram e com a quantidade de vezes que foram ouvidos foi muito bem pensado. Por mais que tente manter a lista o mais imparcial possível é inevitável haver aqueles mais próximos pelos quais se tem um carinho especial e outros que rodam principalmente em plano de fundo. Assim, aproveito para copiar a iniciativa:</p>
<p>- As estrelas<br />
Se tiver de escolher o grande álbum deste ano, aquele que mais me agarrou, digo sem hesitar Humbug dos Arctic Monkeys. Se calhar é uma escolha pouco imparcial, devido ao meu fanatismo por esta banda, mas acho que não estou a ser muito injusto. Tal como o Eduardo, este álbum assustou-me bastante nas duas primeiras audições (ainda me lembro bem de comentar com ele exactamente isso), mas como Pessoa tem o mau hábito de ter sempre razão, primeiro estranhou-se, depois entranhou-se. E de que maneira, meus amigos&#8230; Não tiveram medo de arriscar em ir numa direcção enviesada ao que costumavam ir e sem dúvida que ganharam a aposta. Em Fevereiro lá estarei para comprovar isso ao vivo.<br />
Outro que também rodou bastante nas minhas colunas e pelo qual comecei a, gradualmente, ficar agarrado foi o Veckatimest dos Grizzly Bear, que chegam a este álbum não por pura sorte mas por um trabalho em crescendo que têm vindo a efectuar desde o primeiro álbum (podendo incluir-se entre eles também o de Department Of Eagles).</p>
<p>- A continuidade<br />
Neste grupo de álbuns incluem-se aqueles que mantiveram mais ou menos o mesmo registo e a mesma coerência em relação aos trabalhos anteriores, que não registaram grandes revoluções ou mudanças mas que ainda assim não deixam de ser álbuns dignos de audição. Entre eles estão Andrew Bird, Beach House, Black Lips, Heavy Trash, Kings Of Convenience, Maximo Park, Mazgani, Norberto Lobo, Sean Riley &#038; The Slowriders, The Dodos, The Legendery Tigerman, The Raveonettes, Wolfmother e Yeah Yeah Yeahs. Destaque ainda para The Decemberists que criaram algo delicioso: um álbum impossível de ouvir em shuffle, devido ao facto das músicas terem todas ligação umas com as outras, numa ordem específica, o que dá a sensação de estarmos a ouvir uma única música do início ao fim do álbum, com nuances fantásticas.</p>
<p>- Álbuns com um par de músicas absolutamente brilhantes, três músicas boas e cinco músicas de enchimento<br />
Roubo este grupo ao Eduardo por descrever exactamente aquilo que se sente e a avaliação que se dá ao chegar ao fim da audição do álbum. Encontram-se neste grupo: Phoenix, Sian Alice Group, Soap&#038;Skin, The Horrors, The Veils, Virgem Suta.</p>
<p>- Estreias e surpresas<br />
Este é o grupo que, no fim de contas, me dá mais prazer por ser aquele que engloba um conjunto de nomes que há uns meses atrás não fazia ideia que existiam e que agora não saem da minha playlist de favoritos e/ou que já conhecia mas que de algum modo surpreendeu pela positiva. Bill Calahan esgueirou-se pelos meus ouvidos e alojou-se debaixo da pele para nunca mais sair, Capsula, uns improváveis rockers Argentinos, vieram do outro lado do oceano para mostrar como so rocka a sério, Dan Auerbach tirou férias dos Black Keys para mostrar que sozinho também tem força, Japandroids foram a surpresa mais agradável que ouvi este ano, Kurt Vile veio não sei de onde para me deixar congelado em frente às colunas, Sonic Youth ressuscitaram e mostraram que quem é realmente bom é sempre bom, The Dead Weather, uma endiabrada dream team que fizeram um álbum que me atrevo a chamar de voodoo rock (correndo o risco de soar a ridículo, mas parece-me adequado).</p>
<p>- A armada portuguesa<br />
Aqui junto aqueles que julgo serem os melhores representantes da música portuguesa actualmente. O facto de não incluir nenhum nome de uma certa e determinada linha de montagem a que chamam de Flor Caveira, aliado ao facto de incluir bastantes nomes que não cantam em português, pode causar alguma comichão e indignação a algumas pessoas, mas como já tinha referido anteriormente, é apenas o meu gosto pessoal. As minhas escolhas portuguesas são então: JP Simões apesar de ser há muito tempo uma força mais do que assumida no panorama da música portuguesa conseguiu com este álbum agarrar-me e fixar-me ainda mais; Mazgani que cada vez mais se afirma como uma presença maior da nossa música; Norberto Lobo que só com a sua humilde guitarra dispara maravilhas em forma de composições instrumentais ao mesmo tempo graciosas e poderosas; Sean Reily &#038; The Slowriders continuam a ser um caso único ao conseguir juntar influências como o rock, o country e o folk americanos no ambiente frutífero de Coimbra; The Legendary Tigerman, conterrâneo dos anteriores e locomotiva rock imparável já nosso bem conhecido; Tiguana Bibles, mais uma banda nascida em Coimbra, que se estreia com um deliciosamente inesperado rockabilly electrizante; finalmente os Virgem Suta, que, no meio da quinquilharia sonora que se auto-afirma como a vanguarda da música tradicional portuguesa pop (muito provavelmente não é bem esta a designação correcta, mas pronto&#8230;), ainda consegue erguer o pescoço e mostrar algo de interessante.</p>
<p>Peço desculpa por já me ter alongado mais do que contava, mas este é realmente um assunto querido e quando começo a falar disto o comboio segue por aí adiante&#8230;</p>
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		<title>Comentário em Música em 2009 por Eduardo Nunes</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/cultura/musica-em-2009/comment-page-1/#comment-1263</link>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 07:41:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=922#comment-1263</guid>
		<description>Para manter a casa arrumadinha, aproveito o teu artigo para deixar também as minhas escolhas.

Antes de mais, estou consciente de que esta selecção seria muito diferente e provavelmente muito mais extensa se tivesse tido oportunidade de ouvir tudo o que saiu no ano que agora termina. Infelizmente, este terá sido o ano em que menos atenção prestei à indústria desde há pelo menos cinco anos - não tanto por falta de vontade, mais por falta de tempo para acompanhar as novidades. Consequentemente, foi também o ano em que ouvi os mesmos álbuns mais exaustivamente, espero que isso equilibre um bocadinho as coisas. Para além disso, não sou famoso por possuir uma memória fiel, o que justifica o facto de ter escolhido mais álbuns editados na segunda metade deste ano do que na primeira. À medida que me lembrar de escolhas obrigatórias que me passaram ao lado, actualizo - mas consciente de que ninguém quer saber disso para nada.

Por enquanto, listo aqueles de que me lembro e que continuei a ouvir com frequência até hoje. Concordo com o Miguel quando diz que enumerar é estúpido, mas não posso deixar de separar as minhas escolhas por grupos, por considerar que, onde cabe o JP Simões, os Virgem Suta ficam apertados.

Passemos então à lista daqueles que considero serem os melhores do ano:
Akron-Family - Set &#039;Em Wild, Set &#039;Em Free
Andrew Bird - Noble Beast
Arctic Monkeys - Humbug
Bill Calahan - Sometimes I Wish We Were An Eagle
Dead Combo - Lusitania Playboys
Grizzly Bear - Veckatimest
JP Simões - Boato
Kings Of Convenience - Declaration Of Dependence
Legendary Tigerman - Femina
Mayra Andrade - Storia, Storia
Mazgani - Tell The People (EP)
Noah And The Whale - The First Days Of Spring
Norberto Lobo - Pata Lenta
The Decemberists - The Hazards Of Love
The Mountain Goats - The Life Of The World To Come
The XX - XX
Wild Beasts - Two Dancers
Yeah Yeah Yeahs - It&#039;s Blitz

Raramente consigo fazê-lo, mas este ano não resisto a nomear, de entre todos estes, &quot;o&quot; disco do ano. É uma escolha arriscada: um disco ao vivo e sem músicas novas, algumas das quais vêm de trás, da era Belle Chase Hotel. Ainda assim, serviu para me mostrar o génio daquele que considero ser o melhor escritor de canções português dos últimos dez anos, algo de que o seu último disco (&quot;1970&quot;, de 2007) não me tinha conseguido convencer em pleno: JP Simões. Destaco também o álbum dos Arctic Monkeys, que arriscaram a mudança após três discos sólidos na mesma linha, e que ao início me assustou, para mais tarde se colar a mim de formas que não saberia descrever. Andrew Bird, Dead Combo, Kings of Convenience, Legendary Tigerman, The Decemberists e The Mountain Goats editaram, todos eles, discos para os quais tinha grandes expectativas e que não me desiludiram, muito pelo contrário. Já para os trabalhos de Bill Calahan, The XX e Wild Beasts, parti sem quaisquer expectativas e surpreenderam-me muito positivamente. Finalmente, uma pequena nota à inclusão dos Noah and the Whale, que editaram um álbum que, não me parecendo genial, está &lt;a href=&quot;http://www.publico.clix.pt/Cultura/the-first-days-of-spring_1404779&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;carregado de uma força emocional tão grande&lt;/a&gt; que não há forma de lhe fugir.

Este foi também um ano de excelência para a categoria &quot;álbuns com um par de músicas absolutamente brilhantes, três músicas boas e cinco músicas de enchimento&quot;, na qual costumo incluir um ou dois álbuns, e que este ano conseguiu a surpreendente marca de sete discos:
Animal Collective - Merriweather Post Pavilion
Antony And The Johnsons - The Crying Light
Fever Ray - Fever Ray
Phoenix - Wolfgang Amadeus Phoenix
Samuel Úria - Nem Lhe Tocava
Soap&amp;Skin - Lovetune For Vacuum
Virgem Suta - Virgem Suta

Finalmente, fiquei algo desiludido por dois discos para os quais tinha grandes expectativas e que, com pena minha, não merecem lugar nas minhas preferências pessoais:
Camera Obscura - My Maudlin Career
Pj Harvey &amp; John Perish - A Woman A Man Walked By

Gostaria de explicar o motivo pelo qual escolhi estes dois álbuns, e os sete da categoria anterior, mas talvez me tenha já alongado em demasia. Aproveito para renovar o desafio do Miguel, e convidar os nossos visitantes a partilhar as suas escolhas do ano.

- Ed</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para manter a casa arrumadinha, aproveito o teu artigo para deixar também as minhas escolhas.</p>
<p>Antes de mais, estou consciente de que esta selecção seria muito diferente e provavelmente muito mais extensa se tivesse tido oportunidade de ouvir tudo o que saiu no ano que agora termina. Infelizmente, este terá sido o ano em que menos atenção prestei à indústria desde há pelo menos cinco anos &#8211; não tanto por falta de vontade, mais por falta de tempo para acompanhar as novidades. Consequentemente, foi também o ano em que ouvi os mesmos álbuns mais exaustivamente, espero que isso equilibre um bocadinho as coisas. Para além disso, não sou famoso por possuir uma memória fiel, o que justifica o facto de ter escolhido mais álbuns editados na segunda metade deste ano do que na primeira. À medida que me lembrar de escolhas obrigatórias que me passaram ao lado, actualizo &#8211; mas consciente de que ninguém quer saber disso para nada.</p>
<p>Por enquanto, listo aqueles de que me lembro e que continuei a ouvir com frequência até hoje. Concordo com o Miguel quando diz que enumerar é estúpido, mas não posso deixar de separar as minhas escolhas por grupos, por considerar que, onde cabe o JP Simões, os Virgem Suta ficam apertados.</p>
<p>Passemos então à lista daqueles que considero serem os melhores do ano:<br />
Akron-Family &#8211; Set &#8216;Em Wild, Set &#8216;Em Free<br />
Andrew Bird &#8211; Noble Beast<br />
Arctic Monkeys &#8211; Humbug<br />
Bill Calahan &#8211; Sometimes I Wish We Were An Eagle<br />
Dead Combo &#8211; Lusitania Playboys<br />
Grizzly Bear &#8211; Veckatimest<br />
JP Simões &#8211; Boato<br />
Kings Of Convenience &#8211; Declaration Of Dependence<br />
Legendary Tigerman &#8211; Femina<br />
Mayra Andrade &#8211; Storia, Storia<br />
Mazgani &#8211; Tell The People (EP)<br />
Noah And The Whale &#8211; The First Days Of Spring<br />
Norberto Lobo &#8211; Pata Lenta<br />
The Decemberists &#8211; The Hazards Of Love<br />
The Mountain Goats &#8211; The Life Of The World To Come<br />
The XX &#8211; XX<br />
Wild Beasts &#8211; Two Dancers<br />
Yeah Yeah Yeahs &#8211; It&#8217;s Blitz</p>
<p>Raramente consigo fazê-lo, mas este ano não resisto a nomear, de entre todos estes, &#8220;o&#8221; disco do ano. É uma escolha arriscada: um disco ao vivo e sem músicas novas, algumas das quais vêm de trás, da era Belle Chase Hotel. Ainda assim, serviu para me mostrar o génio daquele que considero ser o melhor escritor de canções português dos últimos dez anos, algo de que o seu último disco (&#8220;1970&#8243;, de 2007) não me tinha conseguido convencer em pleno: JP Simões. Destaco também o álbum dos Arctic Monkeys, que arriscaram a mudança após três discos sólidos na mesma linha, e que ao início me assustou, para mais tarde se colar a mim de formas que não saberia descrever. Andrew Bird, Dead Combo, Kings of Convenience, Legendary Tigerman, The Decemberists e The Mountain Goats editaram, todos eles, discos para os quais tinha grandes expectativas e que não me desiludiram, muito pelo contrário. Já para os trabalhos de Bill Calahan, The XX e Wild Beasts, parti sem quaisquer expectativas e surpreenderam-me muito positivamente. Finalmente, uma pequena nota à inclusão dos Noah and the Whale, que editaram um álbum que, não me parecendo genial, está <a href="http://www.publico.clix.pt/Cultura/the-first-days-of-spring_1404779" target="_blank" rel="nofollow">carregado de uma força emocional tão grande</a> que não há forma de lhe fugir.</p>
<p>Este foi também um ano de excelência para a categoria &#8220;álbuns com um par de músicas absolutamente brilhantes, três músicas boas e cinco músicas de enchimento&#8221;, na qual costumo incluir um ou dois álbuns, e que este ano conseguiu a surpreendente marca de sete discos:<br />
Animal Collective &#8211; Merriweather Post Pavilion<br />
Antony And The Johnsons &#8211; The Crying Light<br />
Fever Ray &#8211; Fever Ray<br />
Phoenix &#8211; Wolfgang Amadeus Phoenix<br />
Samuel Úria &#8211; Nem Lhe Tocava<br />
Soap&#038;Skin &#8211; Lovetune For Vacuum<br />
Virgem Suta &#8211; Virgem Suta</p>
<p>Finalmente, fiquei algo desiludido por dois discos para os quais tinha grandes expectativas e que, com pena minha, não merecem lugar nas minhas preferências pessoais:<br />
Camera Obscura &#8211; My Maudlin Career<br />
Pj Harvey &#038; John Perish &#8211; A Woman A Man Walked By</p>
<p>Gostaria de explicar o motivo pelo qual escolhi estes dois álbuns, e os sete da categoria anterior, mas talvez me tenha já alongado em demasia. Aproveito para renovar o desafio do Miguel, e convidar os nossos visitantes a partilhar as suas escolhas do ano.</p>
<p>- Ed</p>
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		<title>Comentário em A Internet, o twitter e assim&#8230; por Dinis</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/sociedade/a-internet-o-twitter-e-assim/comment-page-1/#comment-1250</link>
		<dc:creator>Dinis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 03:11:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=751#comment-1250</guid>
		<description>Olhem esta: quando se escreve twitter no Office em Português(PT), como é obvio dá erro. Verificação de ortografia com ele e pim pam pum, primeira palavra:
- Hitler</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olhem esta: quando se escreve twitter no Office em Português(PT), como é obvio dá erro. Verificação de ortografia com ele e pim pam pum, primeira palavra:<br />
- Hitler</p>
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		<title>Comentário em Cayatte e o Centenário da República por Maria Nunes</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/cayatte-e-o-centenario-da-republica/comment-page-1/#comment-1246</link>
		<dc:creator>Maria Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:36:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=892#comment-1246</guid>
		<description>Ao ter conhecimento do negócio chorudo entre o Sr. Governo e o Sr. Cayatte, não posso deixar de manifestar a minha enorme indignação. Como é possível que num país onde diáriamente somos bombardeados com a &quot;crise&quot; se façam negócios desta vergonha.
Onde está então a &quot;crise&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ter conhecimento do negócio chorudo entre o Sr. Governo e o Sr. Cayatte, não posso deixar de manifestar a minha enorme indignação. Como é possível que num país onde diáriamente somos bombardeados com a &#8220;crise&#8221; se façam negócios desta vergonha.<br />
Onde está então a &#8220;crise&#8221;?</p>
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		<title>Comentário em Nefasto premiada no Cinanima por Nádia</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/nefasto-premiada-no-cinanima/comment-page-1/#comment-1240</link>
		<dc:creator>Nádia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:05:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=871#comment-1240</guid>
		<description>Bem, só me resta dar-vos os meus parabéns!! Continuem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, só me resta dar-vos os meus parabéns!! Continuem!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Nefasto premiada no Cinanima por Maria Nunes</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/nefasto-premiada-no-cinanima/comment-page-1/#comment-1200</link>
		<dc:creator>Maria Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:37:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=871#comment-1200</guid>
		<description>Venho mais uma vez desejar-vos as maiores felicidades, não desistam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Venho mais uma vez desejar-vos as maiores felicidades, não desistam.</p>
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