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	<title>Comentários para nefasto | contra-corrente</title>
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	<description>Site oficial do colectivo Nefasto</description>
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		<title>Comentário em O Grande Equívoco por Nádia Costa</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/o-grande-equivoco/comment-page-1/#comment-1428</link>
		<dc:creator>Nádia Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 19:01:34 +0000</pubDate>
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		<description>Só de realçar que o concurso, que levou à eleição desse logótipo/marca, teve como jurados nomes como Henrique Cayatte e António Modesto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só de realçar que o concurso, que levou à eleição desse logótipo/marca, teve como jurados nomes como Henrique Cayatte e António Modesto&#8230;</p>
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		<title>Comentário em Reality Shows por Rui Gonçalves</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/reality-shows/comment-page-1/#comment-1422</link>
		<dc:creator>Rui Gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 02:42:10 +0000</pubDate>
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		<description>O punchline foi muito bom... ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O punchline foi muito bom&#8230; <img src='http://www.nefasto.eu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Comentário em Aurum por Miguel</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/aurum/comment-page-1/#comment-1417</link>
		<dc:creator>Miguel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:22:48 +0000</pubDate>
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		<description>Faço minhas as palavras do Pedro e assino por baixo o que aqui foi escrito sobre o trabalho e o grupo de pessoas que se dedicou a ele.
É bom ver que ainda é possível, no meio de tanto esterco, ver um rebento a romper.
Espero que não parem por aqui.
Prabéns, pessoal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faço minhas as palavras do Pedro e assino por baixo o que aqui foi escrito sobre o trabalho e o grupo de pessoas que se dedicou a ele.<br />
É bom ver que ainda é possível, no meio de tanto esterco, ver um rebento a romper.<br />
Espero que não parem por aqui.<br />
Prabéns, pessoal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Aurum por Rúben</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/aurum/comment-page-1/#comment-1416</link>
		<dc:creator>Rúben</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:20:21 +0000</pubDate>
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		<description>Boas.
Começo por agradecer desde já a atenção da Nefasto. Admiramos a qualidade do trabalho que este colectivo tem desenvolvido ao longo do tempo e é com um grande sentimento de honra que encaramos o vosso apoio.
Para o joao: jakob - Ma&#039;lachite / do album solace.
Abraço e um grande obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas.<br />
Começo por agradecer desde já a atenção da Nefasto. Admiramos a qualidade do trabalho que este colectivo tem desenvolvido ao longo do tempo e é com um grande sentimento de honra que encaramos o vosso apoio.<br />
Para o joao: jakob &#8211; Ma&#8217;lachite / do album solace.<br />
Abraço e um grande obrigado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Aurum por João</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/geral/aurum/comment-page-1/#comment-1415</link>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 16:07:19 +0000</pubDate>
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		<description>Está muito bom.
Parabéns.

Como é que animaram o robot?

De quem é a música (também gostei)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está muito bom.<br />
Parabéns.</p>
<p>Como é que animaram o robot?</p>
<p>De quem é a música (também gostei)?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O Bom, O Mau e O Designer por Pedro Vaz</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/o-bom-o-mau-e-o-designer/comment-page-1/#comment-1406</link>
		<dc:creator>Pedro Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 17:26:30 +0000</pubDate>
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		<description>Quantas vezes já não sentimos esse amargo de boca. Percebo que no interior se sinta ainda com mais frequência esse desconforto com uma profissão tão esquisita que importa um estrangeirismo para se definir. Isso lá cabe na cabeça de alguém? É talvez uma forma mais &quot;apanisgada&quot; de dizer que o rapaz faz uns desenhos e umas coisas com letras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes já não sentimos esse amargo de boca. Percebo que no interior se sinta ainda com mais frequência esse desconforto com uma profissão tão esquisita que importa um estrangeirismo para se definir. Isso lá cabe na cabeça de alguém? É talvez uma forma mais &#8220;apanisgada&#8221; de dizer que o rapaz faz uns desenhos e umas coisas com letras.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O Facebook e o Farmville por Inês Dias</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/cultura/o-facebook-e-o-farmville/comment-page-1/#comment-1385</link>
		<dc:creator>Inês Dias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:54:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=907#comment-1385</guid>
		<description>Nem 8 nem 80.
 
Uma das mil situações que pode dar jeito: existe gente que tem um trabalho chato, ou porque quis, ou porque calhou ou porque não tem outra hipótese. Nesses casos, melhor que estar entediado a pensar na morte da bezerra, pensa-se nas vacas que se consegue criar e na apanha do tomate, mesmo sentados numa secretária. Se isso faz as pessoas felizes, não me parece mal. Mesmo que não participe nessa festividade de agricultura virtual.
De facto, o facebook se usado em conta e medida poderá nos ser útil, que vão para além das questões básicas de encontrar aquele amigo &quot;que-não-vemos-há-não-sei-quanto-tempo&quot; e que fazemos uma festa (através do uso de vários pontos de interrogação porque afinal não somos assim tão amigos e faltam-nos palavras com piada), de facto mudou a forma de comunicarmos uns com os outros. Faço parte de uma comunidade dançante, ainda que pequena, ela vai crescendo consoante as nossas iniciativas mais ou menos individuais e dessa forma vamos criando e divulgando. Acho muito mais simpático que sermos entupidos de e-mail com anexos em .pdf, sermos notificados de um novo evento através desta aplicação. Se o tema interessar, vamos saber mais, se não descartamos. Simples. 
Outro exemplo útil, faço parte de uma família numerosa, estamos mais ou menos espalhados esse mundo fora, e desta forma vamos trocando fotos e comentários mimosos. Acho que nos faz sentirmos mais próximos, tendo em conta que há uns 10 anos o contacto era por carta, escrito à mão e selo colado com cuspo, estando dependentes (por vezes) da boa vontade dos correios e do carteiro.
Ainda outro exemplo, numa cidade fria e impessoal, como o é a cidade de Lisboa, onde não encontramos amigos pelo café ou pela rua, onde não há a espontaneidade de marcamos um encontro que não seja (pelo menos) com uma semana de antecedência, visto que há uma data de variáveis inúteis que estão fora do nosso controlo, o facebook serve o seu propósito na medida em que nos facilita a vida quando queremos combinar uma qualquer festa - convidamos toda a gente e quem aparece é bem-vindo.
Assim, as novidades (sejam elas tecnológicas ou não) só têm de ser utilizadas em conta e medida, e mesmo que haja muita possibilidade inúteis, cabe-nos a nós decidirmos se as queremos utilizar ou não e de que maneira, fazendo valer o nosso pensamento crítico associada à sua utilidade prática.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem 8 nem 80.</p>
<p>Uma das mil situações que pode dar jeito: existe gente que tem um trabalho chato, ou porque quis, ou porque calhou ou porque não tem outra hipótese. Nesses casos, melhor que estar entediado a pensar na morte da bezerra, pensa-se nas vacas que se consegue criar e na apanha do tomate, mesmo sentados numa secretária. Se isso faz as pessoas felizes, não me parece mal. Mesmo que não participe nessa festividade de agricultura virtual.<br />
De facto, o facebook se usado em conta e medida poderá nos ser útil, que vão para além das questões básicas de encontrar aquele amigo &#8220;que-não-vemos-há-não-sei-quanto-tempo&#8221; e que fazemos uma festa (através do uso de vários pontos de interrogação porque afinal não somos assim tão amigos e faltam-nos palavras com piada), de facto mudou a forma de comunicarmos uns com os outros. Faço parte de uma comunidade dançante, ainda que pequena, ela vai crescendo consoante as nossas iniciativas mais ou menos individuais e dessa forma vamos criando e divulgando. Acho muito mais simpático que sermos entupidos de e-mail com anexos em .pdf, sermos notificados de um novo evento através desta aplicação. Se o tema interessar, vamos saber mais, se não descartamos. Simples.<br />
Outro exemplo útil, faço parte de uma família numerosa, estamos mais ou menos espalhados esse mundo fora, e desta forma vamos trocando fotos e comentários mimosos. Acho que nos faz sentirmos mais próximos, tendo em conta que há uns 10 anos o contacto era por carta, escrito à mão e selo colado com cuspo, estando dependentes (por vezes) da boa vontade dos correios e do carteiro.<br />
Ainda outro exemplo, numa cidade fria e impessoal, como o é a cidade de Lisboa, onde não encontramos amigos pelo café ou pela rua, onde não há a espontaneidade de marcamos um encontro que não seja (pelo menos) com uma semana de antecedência, visto que há uma data de variáveis inúteis que estão fora do nosso controlo, o facebook serve o seu propósito na medida em que nos facilita a vida quando queremos combinar uma qualquer festa &#8211; convidamos toda a gente e quem aparece é bem-vindo.<br />
Assim, as novidades (sejam elas tecnológicas ou não) só têm de ser utilizadas em conta e medida, e mesmo que haja muita possibilidade inúteis, cabe-nos a nós decidirmos se as queremos utilizar ou não e de que maneira, fazendo valer o nosso pensamento crítico associada à sua utilidade prática.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Design e Expectativa por Raquel</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/design-e-expectativa/comment-page-1/#comment-1335</link>
		<dc:creator>Raquel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 11:25:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=811#comment-1335</guid>
		<description>Na altura que escreveram isto não sei, mas por acaso agora os pacotes de leite magro já têm o rótulo azul! :D Mas os de leite meio gordo continuam a vermelho... que normalmente é associada ao leite gordo! Mas no geral está muito bem vista, esta crítica! ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na altura que escreveram isto não sei, mas por acaso agora os pacotes de leite magro já têm o rótulo azul! <img src='http://www.nefasto.eu/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Mas os de leite meio gordo continuam a vermelho&#8230; que normalmente é associada ao leite gordo! Mas no geral está muito bem vista, esta crítica! <img src='http://www.nefasto.eu/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Nós por cá por nefasto &#124; contra-corrente &#187; Sopa de palavras azedas</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/cultura/nos-por-ca/comment-page-1/#comment-1327</link>
		<dc:creator>nefasto &#124; contra-corrente &#187; Sopa de palavras azedas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 20:04:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=896#comment-1327</guid>
		<description>[...] como no artigo que escrevi aqui no blog da Nefasto há uns meses, este artigo que escrevo agora foi motivado por algo que li no suplemento Ípsilon, do Público. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] como no artigo que escrevi aqui no blog da Nefasto há uns meses, este artigo que escrevo agora foi motivado por algo que li no suplemento Ípsilon, do Público. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Design Top-down por Pedro Vaz</title>
		<link>http://www.nefasto.eu/design/design-top-down/comment-page-1/#comment-1316</link>
		<dc:creator>Pedro Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:10:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nefasto.eu/?p=934#comment-1316</guid>
		<description>Este é um assunto que me é muito familiar, não por estar ligado a estas condutas mas por ter sido um dos temas dos quais me debrucei no estado da arte do relatório da licenciatura. Na altura quando pesquisava sobre o assunto, que para nós já não era novidade, embrenhei-me pelos meandros que envolvem estas práticas duvidosas. Do que me apercebi foi que em muitos serviços (sites da especialidade) o esquema é muito bem montado, o serviço é organizado, estandardizado e de forma a que todo o serviço se torne um processo automático, ser precisar de gestão. Em muitos casos, é um serviço semelhante ao E-BAY, escolhe-se o Logo, paga-se e já está.
Bem, até aqui não há novidade, mas foi ai que descobri a maravilha que muitas &quot;empresas&quot; fizeram, e mais escandalizado fiquei quando soube que a HP era uma delas! Neste caso, desenvolveu um programa/aplicação &quot;LOGOMAKER&quot; -http://www.logomaker.com/ que acaba com o problema de ter de escolher um dos nomes disponíveis do catálogo, com uns campos a preencher, a escolha de cores desejadas e a selecção de algumas imagens seleccionadas ao gosto do freguês, o programa gera o Logótipo automaticamente, só tendo o utilizador no final de desembolsar da quantia pedida.
Bem, ridícula e supostamente, o serviço acaba com uma das acusações que nós profissionais fazemos destes serviços. Sim, neles existe originalidade, porque o cliente sente que criou algo, segundo o seu gosto e preferência. Claro que não deixa de ser uma desculpa camuflada. É obvio que não existe processo criativo nenhum, muito menos originalidade. Mas o que é que isso interessa afinal!? O importante é que o cliente sente que tem todos estes atributos, e melhor! Não só sente que ele é o detentor dessa criatividade, como também foi o criador do seu Logótipo.
A prova do sucesso é o crescimento destes serviços como cogumelos! No caso do LOGOMAKER, o sistema goza de boa saúde e cresce a olhos vistos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um assunto que me é muito familiar, não por estar ligado a estas condutas mas por ter sido um dos temas dos quais me debrucei no estado da arte do relatório da licenciatura. Na altura quando pesquisava sobre o assunto, que para nós já não era novidade, embrenhei-me pelos meandros que envolvem estas práticas duvidosas. Do que me apercebi foi que em muitos serviços (sites da especialidade) o esquema é muito bem montado, o serviço é organizado, estandardizado e de forma a que todo o serviço se torne um processo automático, ser precisar de gestão. Em muitos casos, é um serviço semelhante ao E-BAY, escolhe-se o Logo, paga-se e já está.<br />
Bem, até aqui não há novidade, mas foi ai que descobri a maravilha que muitas &#8220;empresas&#8221; fizeram, e mais escandalizado fiquei quando soube que a HP era uma delas! Neste caso, desenvolveu um programa/aplicação &#8220;LOGOMAKER&#8221; -http://www.logomaker.com/ que acaba com o problema de ter de escolher um dos nomes disponíveis do catálogo, com uns campos a preencher, a escolha de cores desejadas e a selecção de algumas imagens seleccionadas ao gosto do freguês, o programa gera o Logótipo automaticamente, só tendo o utilizador no final de desembolsar da quantia pedida.<br />
Bem, ridícula e supostamente, o serviço acaba com uma das acusações que nós profissionais fazemos destes serviços. Sim, neles existe originalidade, porque o cliente sente que criou algo, segundo o seu gosto e preferência. Claro que não deixa de ser uma desculpa camuflada. É obvio que não existe processo criativo nenhum, muito menos originalidade. Mas o que é que isso interessa afinal!? O importante é que o cliente sente que tem todos estes atributos, e melhor! Não só sente que ele é o detentor dessa criatividade, como também foi o criador do seu Logótipo.<br />
A prova do sucesso é o crescimento destes serviços como cogumelos! No caso do LOGOMAKER, o sistema goza de boa saúde e cresce a olhos vistos.</p>
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