No passado recente, e durante um considerável período de tempo, assistimos a uma evolução significativa ao nível da identidade visual das empresas, principalmente na área da prestação de serviços. Levou algum tempo até que a representação visual fosse tida em conta por estas companhias, mas nos nossos dias podemos dizer que uma boa parte delas possui já uma imagem cuidada e apelativa.
No entanto, temos visto também, recentemente, uma estagnação nesta área, havendo uma forte tendência para a redução dos estímulos ao seu estado mais puro. Tal é verificável em empresas que, numa ânsia incontrolável de simplificar a imagem, depositam a totalidade da sua identidade numa só cor. Apesar de tal estratégia se ter revelado proveitosa em alguns casos, prevê‐se que a mesma acabe por se saturar, em parte devido ao impacto negativo que o excesso de estímulos semelhantes tem nos consumidores.


